Psicoterapia infantil
Acompanhamento baseado na TCC, com recursos lúdicos usados com objetivos terapêuticos. Os responsáveis participam ativamente e recebem orientações para o dia a dia.
Psicologia para crianças e adolescentes · TCC
Sou psicóloga clínica infantojuvenil e trabalho com a Terapia Cognitivo-Comportamental. Acompanho crianças e adolescentes em questões emocionais, comportamentais, sociais e escolares, e ofereço orientação profissional para jovens no fim do ensino médio.
Cada família chega com uma história diferente. O processo começa entendendo essa história antes de definir qualquer plano.
Você conta brevemente o que está acontecendo e tira dúvidas sobre horários, modalidade e funcionamento.
Um encontro inicial para conhecer a rotina, o histórico e o que preocupa a família.
Nas primeiras sessões com a criança ou o adolescente, definimos objetivos claros e a modalidade mais indicada.
Sessões regulares, orientações para casa e devolutivas periódicas sobre a evolução.
A abordagem
A Terapia Cognitivo-Comportamental é uma das abordagens mais estudadas no cuidado psicológico infantojuvenil. Na prática, ela tem quatro características:
Os temas mais frequentes incluem ansiedade, regulação emocional, raiva e frustração, habilidades sociais, autoestima, limites e desafios escolares.
Acompanhamento baseado na TCC, com recursos lúdicos usados com objetivos terapêuticos. Os responsáveis participam ativamente e recebem orientações para o dia a dia.
Escuta e intervenção para ansiedade, autoestima, relações sociais e vida escolar. A privacidade do adolescente é respeitada, e a família participa quando necessário.
Um programa com começo, meio e fim para ajudar o adolescente a conhecer seus interesses, pesquisar profissões e decidir com mais segurança.
Como funciona o programaPsicoterapia e orientação profissional por videochamada. A adequação da modalidade é avaliada caso a caso, já no primeiro contato.
Saiba mais sobre o on-lineOrientação profissional
Escolher um curso envolve muitas opções, muitas opiniões e pouca informação confiável. A orientação profissional ajuda o adolescente a organizar essa decisão com base em quem ele é e no que cada profissão realmente envolve.
Interesses, habilidades, valores e as influências da família, dos amigos e da escola.
Pesquisa sobre cursos, grades curriculares, áreas de atuação e mercado, incluindo uma entrevista com um profissional da área.
Definição de critérios pessoais de escolha, comparação entre as opções e metas para os próximos anos.
O programa é baseado no modelo de orientação profissional da Análise do Comportamento, desenvolvido e avaliado em pesquisa com adolescentes brasileiros (Moura, 2004), e adaptado para o atendimento individual.
A orientação profissional não é um teste vocacional. Nenhum teste aponta a profissão certa. O processo ensina o adolescente a escolher, e a decisão continua sendo dele.
Atendimento on-line
Para muitos casos, sim. A sessão on-line é planejada para o formato da tela, com jogos, histórias, desenhos e atividades interativas que têm objetivos definidos. Ela não é uma versão reduzida do presencial. Ainda assim, não serve para todas as situações, e por isso a indicação é sempre avaliada.
Se a avaliação mostrar que o presencial é mais indicado, isso será conversado com clareza com a família.
Os responsáveis participam da conversa inicial, recebem orientações ao longo do processo e têm momentos de devolutiva. Em alguns casos, também participam de parte das sessões.
O que a criança ou o adolescente compartilha é tratado com sigilo profissional. A família recebe informações sobre a evolução e orientações, sem a exposição de detalhes que comprometam a confiança no processo. Situações de risco são exceções previstas no Código de Ética.
Não existe uma idade fixa. Depende de como a criança interage pela tela e do tipo de demanda. Crianças menores costumam precisar de mais apoio de um adulto durante a sessão.
Não há um prazo definido de antemão. A duração depende dos objetivos combinados e da evolução, que é revista periodicamente com a família. Em geral, as sessões são semanais.
O momento mais comum é o 2º ou o 3º ano do ensino médio. Começar antes da reta final do Enem dá mais tempo para pesquisar com calma.
Isso pode acontecer, e não significa que o processo falhou. O objetivo principal é que o adolescente aprenda a decidir, com critérios claros e um número menor de opções para considerar.
Sim. As atividades de autoconhecimento, pesquisa e tomada de decisão funcionam bem por videochamada, e adolescentes costumam se adaptar com facilidade ao formato.
Envie uma mensagem pelo WhatsApp. Na conversa, explico como funciona, informo valores e horários disponíveis e conversamos sobre a modalidade mais adequada.
Se você quer entender se o acompanhamento psicológico ou a orientação profissional fazem sentido para seu filho ou sua filha, mande uma mensagem. A conversa inicial serve para esclarecer dúvidas, sem compromisso.